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O íntimo nó em tua garganta

a-rosa-do-chico:

me rouba todo o ar, A. Sangro por tuas feridas, enquanto racho-me em miúdos. Repartindo por inteiro o conjunto de peças em desordens profundas, minhas vísceras ofegam, o âmago no arquejo e distância. A madrugada me toma ao laço. O peito reflete o sertão de teus lábios, transbordando perpetuamente o que sinto.
Intrínseco.
Eu te amo. 

Luíza Macedo.

O íntimo nó em tua garganta

a-rosa-do-chico:

me rouba todo o ar, A. Sangro por tuas feridas, enquanto racho-me em miúdos. Repartindo por inteiro o conjunto de peças em desordens profundas, minhas vísceras ofegam, o âmago no arquejo e distância. A madrugada me toma ao laço. O peito reflete o sertão de teus lábios, transbordando perpetuamente o que sinto.
Intrínseco.
Eu te amo. 

Luíza Macedo.